A perspectiva ecológica e a hipermidiatização social

Autores

  • Eduardo Andrés Vizer Autor Universidad de Buenos Aires
  • Helenice Carvalho Autor Universidad Federal del Rio Grande do Sul

Palavras-chave:

Ecologia, mídia, midiatização, sistema, socioanálise (Fonte, Tesauro da Unesco).

Resumo

A ecologia das mídias não deve ser concebida como uma espécie de ambiente que nos rodeia e do qual somos o centro, mas sim como um sistema de produção, circulação e consumo no qual são os indivíduos, enquanto consumidores e (re)alimentadores do sistema, os que conformam seu ambiente. Uma abordagem ecológica das mídias tradicionais (rádio, cinema e televisão) introduz os públicos consumidores como seu ambiente, e não ao contrário (quem consome quem?). Um ambiente, um mercado que, por meio de práticas de consumo, realimenta o sistema de mídias. Por outro lado, nos sistemas digitais, todos nós fazemos parte dele, não há um ambiente externo, e cada ato de consumo é, ao mesmo tempo, um ato de circulação e de produção. Para conhecer a incidência profunda de um dispositivo técnico (seja hard ou soft), devemos questionar sobre as múltiplas dimensões interligadas e interativas dentro do ambiente no qual opera: poder, resistências, tempo e espaço, socialidades, linguagens e símbolos.

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Como Citar

Vizer, E. A., & Carvalho, H. (2015). A perspectiva ecológica e a hipermidiatização social. Palabra Clave, 18(4). Recuperado de https://palabraclave.unisabana.edu.co/index.php/palabraclave/article/view/5269

Edição

Seção

Mediatizaciones